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Olá pessoal.
Nesse primeiro post no novo blog, peço licença para falar um pouquinho de futebol.
Não. Não é sobre a goleada do Barcelona sobre o Real Madri. Não que o assunto não fosse merecedor. Mas as coisas por aqui na nossa casa demonstram que temos muito o que repensar em termos de futebol.
Que o
Corinthians mereceu o título brasileiro não há dúvidas. Como também não restam
dúvidas sobre a capacidade profissional do treinador Tite.
O que nos
causa estranheza é o São Paulo Futebol Clube. Equipe que até muito pouco tempo
atrás era tida como exemplo de gestão profissional num mundo de amadores.
Formando equipes campeãs, jogadores de base e montando uma estrutura digna de
equipes europeias, o tricolor foi cativando a juventude dos anos
oitenta/noventa.
Mas, de um tempo
prá cá, a coisa começou a degringolar, a ponto de ter seu presidente cassado
por má gestão. Sem falarmos da incoerência de se contratar um técnico para
demiti-lo após sete rodadas, salve engano.
Em um ano onde disputou 14 clássicos, perdeu 9 e tomou 31 gols, realmente não há nada pra se comemorar. Só para lamentar; e muito. E não vamos nem comentar sobre o “baile” que tomou no jogo que seria de entrega de troféu ao campeão Corinthians.
Num 7x1 moral – a defesa de penalidade pelo goleiro Cássio pode ser contada como um gol- o resultado numérico é o que menos importa. O que dói no coração do torcedor é a decadência cada vez maior do futebol profissionalizado.
O desenho dessa encrenca não tem nada de novo... aliás já está até meio que apagado.
De Vasconcelos.

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